Saída?

Dizer o quê? Que modelo de ensino nos poderá esta imagem arguir sem palavras?
Numa leitura mais entranhada, podemos acima de tudo concluir que um modelo que comporta docentes disciplinadores, autoritários, executores, etc. só pode ser um modelo sem saída. Um aluno que não contém, à partida, qualquer tipo de saber, que não passa de um “projecto” de pessoa, que não consiga dar expressão ao valor contido nos seus pensamentos mais recônditos terá verosimilmente um futuro pouco auspicioso.
Progredirá integralmente um aluno apenas com o que for “despejado” durante uma aula pelo seu professor?
Modelos como este, em que o formando não pode reflectir ou expandir a sua linha de pensamentos torna-se obsoleto e com tendência para se extinguir. Não há, no nosso ponto de vista, quaisquer vantagens com este tipo de modelo, onde existe uma vassalagem por parte do aluno. Este, com humildade e respeito pelo saber do seu orientador, pode conseguir saltar mais alto e voar mais longe, se puder libertar-se das amarras que o enlaçam e partir em busca da vastidão de saberes à sua mercê.